Rap, viola caipira e terra vermelha no seu palco.
Indicado ao Latin Grammy 2026 com o álbum Terra Vermelha, Matuto S.A traz de Franca (SP) o Regional Beat: um show de rap com viola caipira, trompete e o público cantando junto.
- Indicado ao Latin Grammy 2026
- Billboard Brasil: 50 melhores álbuns de 2026 até junho
- Festival João Rock
- Festival Curau
- Festival da Lua Cheia
- Sesc Franca e Sesc Bauru
- In-Edit Brasil
- 1º lugar hip hop no Festival Águas de Março
Um show para a plateia cantar junto
No palco, Matuto S.A é MC e trompetista. A viola caipira fica no centro do som e, em volta dela, entram rap, reggae, funk e jazz.
O repertório vem do álbum Terra Vermelha: Do interior pro interior, indicado ao Grammy Latino, e de clipes como Nascente, Chão Molhado e Caipira System.
Onde o show já passou
- Festival João Rock, em Ribeirão Preto, depois de vencer o concurso de bandas do festival
- Festival Curau
- Festival da Lua Cheia, em Altinópolis
- Sesc Franca, no show de lançamento do disco, e Sesc Bauru
- Baile Shake com Criolo, em Franca
- 1º lugar na categoria hip hop do 33º Festival Águas de Março
- Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, São Paulo, Ribeirão Preto e Poços de Caldas
Público nas redes
- 39,3 mil
- seguidores no Instagram
- 2 milhões
- de visualizações no Instagram nos últimos 90 dias
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Regional Beat
É o nome que Matuto S.A deu ao próprio som, e que virou movimento. O filme Regional Beat conta essa história em três atos.
Ato I
O Regional
A viola caipira é a base de tudo. Matuto S.A cresceu em Franca, cidade de duplas sertanejas na divisa entre São Paulo e Minas Gerais, e conheceu o cururu, a tradição de versos improvisados ao som da viola, pelo poeta Carlos de Assumpção.

Ato II
O Beat
Do hip hop vêm a batida, o sample e a rima. Por cima da viola entram rap, reggae, funk e jazz, e o trompete que o próprio Matuto toca no palco.

Ato III
O Regional Beat
O encontro virou movimento. O Regional Beat aproxima o Brasil profundo das sonoridades globais e chega à moda, ao cinema e às artes visuais: uma antena parabólica fincada na terra vermelha.

Foto: Gustavo Francisco
Terra Vermelha: Do interior pro interior
Lançado em março de 2026, o álbum tem 14 faixas e está entre os indicados ao Latin Grammy 2026 de Melhor Álbum de Música Urbana em Língua Portuguesa, ao lado de Emicida, Don L, Ajulliacosta e Budah. A premiação acontece em 12 de novembro, em Las Vegas.
A Billboard Brasil colocou o disco entre os 50 melhores álbuns brasileiros de 2026 até junho.
Flows, samples ousados e rimas certeiras se espalham pelas 14 faixas.
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Ao vivo
Do palco do João Rock à praça cheia do Festival da Lua Cheia.
Mais vídeos no YouTube (abre em nova aba)Trechos do show reel 
Festival João Rock, 2024 
Festival Curau, 2025 
Festival da Lua Cheia, Altinópolis, 2025 
Show de lançamento do disco no Sesc Franca
O que a imprensa diz
Um dos projetos mais ambiciosos de sua trajetória.
Uma fusão original entre tradição e contemporaneidade.
A fusão proposta entre o rap e a moda de viola funciona bem.
Matuto S.A. chega como um nome que vale a pena acompanhar.
Fruto de uma pesquisa que traduz a memória e identidade do interior paulista.
Também saiu em g1Jornal da UnespRap MídiaRap DabFranca 24 HorasGCN
Regional Beat: Uma Antena Parabólica Fincada na Terra Vermelha
Documentário de 60 minutos dirigido por Matuto S.A, com 20 entrevistados, entre eles Renato Teixeira, DJ KL Jay, Criolo, Gaspar (Z'África Brasil), Carlos de Assumpção, Isa do Rosário e Ivan Vilela.
Selecionado para o In-Edit Brasil e o Festival de Canas em 2025, foi exibido com rodas de conversa na Unesp e na USP.
Assistir ao filme no YouTube (abre em nova aba)Matuto S.A. fez um documentário honesto.
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